Luanda vai acolher, nos dias 9 e 10 do próximo mês, o II Fórum Internacional da Mulher para a Paz e Democracia, um evento que decorre sob o lema: “Transformar África: empoderando mulheres na liderança para a paz e o crescimento inclusivo do continente”.
O encontro vai reunir especialistas nacionais e internacionais para uma reflexão aprofundada sobre os avanços alcançados, os desafios persistentes e, sobretudo, o papel determinante da mulher africana no actual contexto de desenvolvimento político, social e económico do continente, enquadrado nas iniciativas do Executivo angolano voltadas à protecção e promoção da mulher.
Segundo o membro da organização e porta-voz do evento, Nuno Caldas, a iniciativa parte do Executivo angolano e visa estimular o debate em torno da aplicação prática das políticas de promoção e protecção da mulher angolana, bem como o seu impacto no crescimento inclusivo em África.
“A Bienal de Luanda assume-se como um espaço privilegiado de diálogo, aprendizagem e construção colectiva de uma cultura mais sólida, participativa e inclusiva”, destacou.
O Fórum, que terá lugar num dos principais hotéis da capital, deverá reunir mais de 350 participantes e contará com mais de 30 preletores nacionais e internacionais. O encontro irá abordar diversos temas ligados ao desenvolvimento da mulher, com destaque para o empoderamento feminino, igualdade de género e participação activa nos processos de desenvolvimento social, político e económico.
Espera-se que do evento resultem recomendações e propostas concretas, alinhadas com as expectativas e aspirações das mulheres no continente africano, contribuindo para o fortalecimento de políticas e iniciativas voltadas à promoção da igualdade e inclusão.
A apresentação do programa do evento foi feita no auditório do Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), durante uma conferência de imprensa que contou com a presença de profissionais da comunicação social.