O Jornal de Angola, propriedade da Edições Novembro, obteve quatro profissionais entre os vencedores do Prémio Nacional de Jornalismo de Angola 2026, na lista anunciada nesta sexta-feira, 30, pela Comissão de Adjudicação
. Na categoria de Imprensa, a jornalista Engrácia Francisco, de 27 anos, colocada em Luanda, conquistou o terceiro lugar com a reportagem "Projecto Abel assegura alfabetização e ensino a crianças internadas no David Bernardino", publicada a 3 de Maio, que obteve 88 pontos na avaliação do Júri.
Na categoria de Fotojornalismo, o Jornal de Angola arrecadou os três lugares do pódio, como vencedor Joaquim Armando, de 43 anos, colocado no Huambo, com a foto singular "Solidariedade cadeirante", publicada a 23 de Novembro de 2025, com 95 pontos.
O segundo lugar coube a Raimundo Mbiya, de 26 anos, colocado em Luanda, com "Mundos diferentes", com 92 pontos, e o terceiro a Arsénio Bravo, de 38 anos, também colocado em Luanda, com "Express ambulante", com 90 pontos.
Ainda na categoria Imprensa, o primeiro lugar foi para Osvaldo Ferraz, de 36 anos, do Novo Jornal, com "Centrais de betão em zonas urbanas ameaçam a saúde e o meio ambiente", com 96 pontos, e o segundo para Teresa Fukiady, de 34 anos, da Revista Economia & Mercado, com "O ouro não brilhou em Nambuangongo: vidas e sonhos soterrados", com 90 pontos.
Em Rádio, venceu Sandra Rodrigues, de 52 anos, da Rádio Huíla / RNA, com "Importância estratégica do Corredor do Namibe na rota do desenvolvimento sustentável da região sul e diversificação económica de Angola", com 98 pontos.
Em segundo ficou Ermelinda Castro, de 26 anos, da Rádio Mais, com "Crimes passionais: entre a paixão e a violência", com 95,5 pontos, e em terceiro Fidel Custódio, de 37 anos, da Rádio Huambo, com "Reino do Sambo, conservador da cultura do Otchinganji", com 95 pontos.
Na Televisão, obteve o primeiro lugar Amaro de Jesus, de 33 anos, da TV Zimbo, com "Inocência roubada", com 96 pontos. O segundo a José Eduardo, de 46 anos, da TPA, com "Missão do Chilume, berço da formação e reconciliação", com 92 pontos, e o terceiro a Margarida Bravo, de 43 anos, da TPA, com "Campo de repressão colonial do Missombo, património histórico-cultural de Angola", com 90 pontos.
No comunicado, a Comissão felicita os vencedores e enaltece o mérito, a dedicação e o profissionalismo evidenciados pelos concorrentes.