O secretário de Estado para Comunicação Social, Nuno Caldas, defendeu, nesta quinta-feira, que a água deve ser vista como um factor de aproximação entre povos e estados e não como divisão.
Nuno Caldas fazia o balanço do primeiro turno do início da 4.ª edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz e Não- Violência- Bienal de Luanda, que decorre no Palácio de Convenções de Luanda, até esta sexta-feira, 23.
Na ocasião, o secretário de Estado destacou, os discursos dos Presidentes das Repúblicas de Angola e do Congo Democrático, João Lourenço e Félix Tchissekedi, respectivamente, onde sublinharam, que esta quarta edição da Bienal de Luanda, constitui para Angola, em parceria com a União Africana e a UNESCO, a reafirmação do compromisso da cultura de paz, não-violência e fortalecimento da cooperação entre os países africanos e igualmente, a importância da água tanto para a saúde pública, como para as políticas económicas e sociais.
“Portanto, aqui está uma base de entendimento sobre este recurso hídrico estratégico, para que povos e estados possam convergir num diálogo pacífico e inclusivo”, disse.
Nuno Caldas falou, ainda, de um dos motes deste Fórum, referindo-se ao encontro intergeracional.
Um assunto, que segundo o responsável, “já tinha sido colocado na agenda das edições anteriores, e desta vez, esteve na primeira linha das discussões e está a ser muito produtivo”, concluiu