A China deixou de ser o maior credor de Angola em 2025, tendo sido ultrapassada pelo endividamento interno.
A informação foi avançada, nesta terça-feira, em Luanda, pelo director-geral da Unidade de Gestão da Dívida Pública, Dorivaldo Teixeira, que apresentou a estratégia de endividamento para o período 2026-208.
O responsável destacou, ainda, a evolução do perfil da dívida nos últimos anos e a redução do peso dos credores externos, em particular da China.
"Entre 2021 e 2025 saímos de um rácio de dívida pública sobre o Produto Interno Bruto de 69% para 50,5%, com uma subida ligeira da dívida externa", disse.